salve Pedro
bacana esse olhar sobre o Beuys…
Acompanho você no que, penso, o Duchamp se referisse mais, talvez, em sua ironia, ao mercado de arte ou ao burburinho da arte… e me lembra uma frase do Rilke, no Cartas a um Jovem Poeta, sobre a ironia não alcançar os lugares mais fundos.
lembro de um documentário onde o Beuys, enquanto descascava batatas, falava sobre a beleza e o brilho do que é verdadeiro. Acredito nessa postura mais redentora para a arte, nesse possível ‘lugar’ de encontro, onde o humano possa transcender o humano, ou pelo menos registrar esse desejo.
abraço! LP